segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Pretenção.

Deposito em mim alguma esperança, reciprocamente ativa, para não me decepcionar.
Todo sentimento unidirecionado baseado no "outro-eu", não edifica como o sentimento circular baseado no "eu-eu".
Acredito em mim já, porque previamente soube de todos os meus atos. Eu me consumo.
Uma ilha que sabe estar fixada em meio ao mar de desconhecidos, e não se desfaz perante maremotos alheios.

3 comentários:

Anônimo disse...

Isa: Mas agora lá fora, todo mundo é uma ilha.

Jafé disse...

Aoo Lugá... Até porque o "eu-eu" não proporciona tanto prazer quanto o "outro(a)-eu".. hehehe

ricardo f. silva disse...

Espetáculo!