Deposito em mim alguma esperança, reciprocamente ativa, para não me decepcionar.
Todo sentimento unidirecionado baseado no "outro-eu", não edifica como o sentimento circular baseado no "eu-eu".
Acredito em mim já, porque previamente soube de todos os meus atos. Eu me consumo.
Uma ilha que sabe estar fixada em meio ao mar de desconhecidos, e não se desfaz perante maremotos alheios.