Fantasiamos uma vida baseada em recompensas pós-vida. Contraditório e cômico.
Uma vida não é suficiente, e nunca, na história do homem enquanto ser pensante houve margem para outras ramificações de pensamento.
A vida, de fato, não a é.
Penso em como deveria seguir meus anos esperando que eles se acabassem, para que eu pudesse finalmente viver.
E se a vida não estiver lá? E se não houver recompensa? Talvez para um pensamento condicionado, influenciado e ortodoxo sejam perguntas hereges. Mas talvez, seja o início da liberdade.
A vida é orgânica, matéria. Regras se provam. Delírios se seguem às cegas.
Enjoy your life!
O bem, é um bem-comum, é social. Segui-lo não o aproximará do paraíso, mas fazê-lo, é coerente enquanto somos nós de fato. Um coletivo.
Não é preciso de religiões para doutrinar o bem impondo medos e regras. Coerência basta.
Saber que cada indivíduo é um mundo, e é único, nos faz valorizá-los.
A não-crença não condena, liberta.
2 comentários:
É, gostei do post.
Seria muito melhor se parassemos de apontar os outros e começarmos a fazer~. Fazer sem esperar uma recompensa, neste ou em outro mundo (que seja), somente pelo simples prazer de ver o próximo bem.
Fica assim não, Luh. As coisas melhoram.
Rogerio Victor diz:
primo, achei bacana esse post..
talvez a religiao exista pra trazer um pouco de esperança às pessoas..por isso talvez se acredite em Deus e paraiso como recompensa de algo bom que se faz nessa vida...religiao, ao meu ver, procura minimizar a ambição humana, pois se depender da nossa especie mediocre em tentar ser coerente ou tentar viver de bem com o outro....impossivel!
Eu comparo a crença dos religiosos com a crença dos ufologos. Eles acreditam que existe, mas ate hoje ninguem nunca viu, nunca provaram nada e se viram, foi balela, mentira pra dar audiencia no programa do Ratinho (varginha que me desculpe)!
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